Paulo Antônio Skaf nasceu no dia 07 de agosto de 1955 em São Paulo/SP. É um renomado empresário do setor têxtil, tendo ocupado cargos importantes como o de presidente da Associação Brasileira da Indústria Têxtil (ABIT) e da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo(FIESP).
A carreira política de Paulo Skaf remonta à década de 1970, quando, ainda jovem, Skaf decidiu ingressar no Centro Preparatório de Oficiais de Reserva de São Paulo (CPOR/SP). Assim, além dos negócios, ele se destacou pela sua liderança como dirigente de entidades do setor, como o Sindicato das Indústrias de Fiação e Tecelagem do Estado de São Paulo (Sinditêxtil) e a Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (ABIT).
Em 27 de setembro de 2004, assumiu a Presidência da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (FIESP). Também presidiu o Ciesp, o Sesi-SP, o Senai-SP e o Instituto Roberto Simonsen (IRS), além de ser o primeiro vice-presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI). Também é membro do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social (CDES) da Presidência da República.
Na FIESP, sua gestão foi marcada por várias conquistas que buscam o crescimento sustentado do Brasil. O foco sempre foi lutar e obter as reformas estruturais, capazes de oferecer à sociedade serviços públicos com qualidade, em especial nas áreas da educação, saúde e segurança. Assim, à frente da instituição, Skaf inovou com medidas como a implantação da educação em tempo integral e a articulação do ensino médio com o técnico. Atualmente, o Sesi é a maior rede de ensino privado do País. Em 2009, foi contabilizado 1,2 milhão de matrículas no Senai-SP e 120 mil no ensino regular do Sesi-SP. Afora isso, Skaf também atuou no sentido de desonerar impostos, desburocratizar processos, aumentar investimentos na infraestrutura, ampliar mercados externos (criou a “Diplomacia Empresarial”). Outro ponto marcante da trajetória de Paulo Skaf foi o combate à CPMF. Instituída como taxação provisória a partir de 1997, o imposto foi abolido somente em 2007, após disputa acirrada no Senado. Em São Paulo, Skaf dedicou-se de maneira total para acabar com o imposto, tanto nas entrevistas aos meios de comunicação quanto em debates sobre o tema, em organismos especializados do setor empresarial. Foi também durante sua gestão que a Fiesp liderou a campanha para aprovação de duas conquistas de peso: a criação da Lei Geral da Micro e Pequena Empresa (2006) e a desoneração de impostos sobre produtos derivados da farinha de trigo, o que acarretou a diminuição do preço de itens como pão e macarrão (2005).
Em 2009, uma das ações mais bem sucedidas foi ter pressionado os bancos públicos a reduzirem, em até 30%, os spreads, facilitando o crédito e, assim, gerando emprego e produção. Outro destaque foi a liderança da Fiesp na defesa do recebimento, pelos exportadores, dos créditos referentes ao ressarcimento legal do IPI previsto nas vendas ao Exterior. Ainda em 2009, Paulo Skaf filiou-se ao Partido Socialista Brasileiro(PSB) e em 31 de maio de 2010, afastou-se da presidência da Fiesp para se candidatar ao governo do Estado de São Paulo.
Atualmente no PMDB
