Buscapé

terça-feira, 17 de dezembro de 2013

Deputado Flávio Bolsonaro

Nascido em Resende/RJ, na Academia Militar das Agulhas Negras – AMAN, aos 30 de abril de 1981, Flávio Bolsonaro foi reeleito com 58.322 votos para seu terceiro mandato como Deputado Estadual.

     Ingressou na política por intermédio de seu pai, o Deputado Federal Jair Bolsonaro, notoriamente reconhecido no cenário político nacional como defensor dos militares das Forças Armadas e Forças Auxiliares, das causas nacionalistas e do desenvolvimento do Estado do Rio de Janeiro. É irmão do Vereador do Município do Rio de Janeiro, Carlos Bolsonaro.

     Não se curvando à ditadura do politicamente correto, mantém posições firmes em favor da redução da maioridade penal e da defesa da pena de morte na punição de crimes hediondos; contra a exploração midiática da aplicação de direitos humanos para o benefício do crime e dos criminosos; contra a criação de antagonismos raciais mediante mecanismos, absurdos, injustos e de impossível aplicação técnica, de cotas raciais em universidades; em defesa do ensino básico público de qualidade; contra a demarcação de terras indígenas; contra o desarmamento do cidadão de bem e em favor de medidas voltadas à valorização da família.

     Em 2003, foi presidente da Comissão de Segurança Pública da ALERJ, sendo destituído da mesma, em 2004, por ter causado desgaste ao Governo do Estado por investigar a influência do então Secretário Estadual de Esporte e Lazer, Chiquinho da Mangueira, junto ao 4º BPM, para que as ações ostensivas da Polícia Militar fossem reduzidas no morro da Mangueira, pois estariam atrapalhando o comércio de drogas local.

     Aos 25 anos, Flávio Bolsonaro foi eleito para sua segunda legislatura dando continuidade aos projetos defendidos desde o início de sua vida pública. Assim, preocupado com o crescimento desordenado da população fluminense, com sérios reflexos nas áreas da segurança, educação, saúde, meio ambiente e várias outras, foi autor da Lei Estadual Nº 4.916/06, que torna gratuitas a laqueadura e vasectomia nos hospitais vinculados à rede pública. Ainda nesse sentido, criou a Comissão Especial de Planejamento Familiar da ALERJ, da qual foi presidente, no objetivo que fosse estabelecido um fórum para debates, sugestões e iniciativas capaz de auxiliar as famílias no planejamento de seu crescimento, com o apoio do Estado, conforme suas realidades.

     Criou a Frente Parlamentar contra o Exame de Ordem da OAB como exigência para o exercício da Advocacia, tendo se posicionado, juntamente como seu pai, o Deputado Federal Jair Bolsonaro, na defesa dos Bacharéis em sua luta por justiça, igualdade e direito ao trabalho.

     Durante seu segundo mandato, como presidente da Comissão Permanente de Defesa Civil da ALERJ, atuou de forma incisiva na defesa dos direitos dos bombeiros militares e na busca de melhorias de suas condições trabalho.

     Como membro efetivo da Comissão de Segurança Pública e da Comissão de Defesa dos Direitos Humanos e Cidadania, jamais perdeu de vista a necessidade de valorização dos Policiais Civis e Militares, dos Bombeiros Militares e dos Inspetores Penitenciários, entendendo que a eficaz e duradoura redução da criminalidade deva ser conduzida por profissionais motivados, bem remunerados; adequadamente aparelhados e preparados; e reconhecidos pela sociedade e pelo Estado. Nesse mesmo sentido, e percebendo nitidamente o cidadão fluminense como figura central e motivadora de qualquer política de Segurança Pública, jamais hesitou em posicionar-se em apoio aos mecanismos de repressão ao crime e ao lado de sua maior vítima: aquele que cumpre as leis e se esforça honestamente para viver e prover sua família.

     Já no final da segunda legislatura, requereu a criação de Comissão Especial para acompanhar o cumprimento da Lei de Transparência nos gastos públicos no Estado e Municípios do Rio de Janeiro. No sentido da defesa desse importante instrumento de combate à corrupção de otimização dos recursos públicos, encaminhou diversas denúncias relacionadas à gestões de licitações na Secretaria de Estado de Saúde e Defesa Civil e Instituto Vital Brasil e ao uso de equipamentos com vistorias vencidas durante as ações da “operação lei seca”.

     Por seu trabalho e dedicação na defesa intransigente dos princípios em que acredita - sem a hipocrisia daqueles que mudam de lado ao sabor das conveniências – reafirmou, durante seu segundo mandato, sua independência política e posições sempre em favor do interesse público. Como resultado, seguiu contando com a confiança e o respeito de seus eleitores para um terceiro mandato, referente ao quadriênio 2011-2014.


domingo, 17 de novembro de 2013

Paulo Adriano Lopes Lucinda Telhada




Biografia


Paulo Adriano Lopes Lucinda Telhada

Biografia

Olá, sou o Coronel PM Paulo Adriano Lopes Lucinda Telhada. Comandei o 1º BPChoque ROTA de 7 de maio de 2009 a 18 de novembro de 2011.

Sou natural de São Paulo, ingressei na APMBB em 29 de janeiro de 1979 com 17 anos de idade. Fui declarado Aspirante a Oficial PM em 15 de dezembro de 1983. Servi em várias unidades da PMESP entre elas o 23º BPM/I, 4º BPM/M, 3oBPChq, GATE, COPOM, 7º BPM/M entre outros.

Fui um dos oficiais fundadores do GATE e comandei pelotão de ROTA como 2º Tenente de 1986 a 1992.

Recebi a Láurea de Mérito Pessoal em 1º Grau, a Cruz do Mérito Policial em Ouro por bravura, a Cruz de Sangue em bronze, Centenário do Batalhão Tobias de Aguiar entre outras.

Fui promovido a Capitão PM por bravura em 15 de agosto de 1988 e ferido em serviço duas vezes (1990 e 1995). Acredito que “quem não vive para servir não serve para viver”.

Paulo Adriano Lopes Lucinda Telhada, pelo Prof. Erico Storto Padilha

Ex-Comandante do 1º Batalhão de Polícia de Choque “Tobias de Aguiar” – ROTA.
Seria fácil elucidarmos a trajetória de vida, da qual falaremos adiante, partindo da teoria histórica dos “Grandes Homens”. Associada ao filósofo Thomas Carlyle sabe-se que essa teoria buscou  explicar a História a partir da ação e do impacto dos chamados “grandes Homens”, indivíduos muito influentes, seja por carisma, inteligência genial ou por grande impacto político.

Porém não há como falar de um comandante e seus feitos e resultados sem mencionarmos seus comandados, muitos dos quais hoje já não nos brindam com seu heroismo e labor que os glorificaram. E para cometermos a indelicadeza do esquecimento e não pecarmos em deixar de mencionar suas missões e nomes, é que pedimos licença a todos os que estão e estiveram sob as ordens do biografado.
Ao nos deparamos com a história de vida do biografado confundimo-nos com a própria história da “Ronda Ostensiva Tobias de Aguiar”, mais conhecida pelo seu acrônimo ROTA. Para edificarmos aqui uma projeção das contribuições deste comandante á unidade e a seus comandados, buscaremos na própria essência da definição etimológica de Polícia bases conceituais que nos darão suporte para traçarmos, de forma breve, a carreira do homenageado.

Sabe-se que  “polícia”, um vocábulo de origem grega “politeia”, do latim “politia”, que nos remete as formas de governo, de administração, com o passar do tempo passou a  assumir particularidades no sentido  de representar a ação do governo, enquanto exerce sua missão de tutela da ordem jurídica, assegurando a tranqüilidade pública e a proteção da sociedade contra as violações e malefícios. E é dentro dessa perspectiva de análise, de tutela, que ao analisarmos a trajetória de vida do biografado e sua brilhante carreira junto a uma das mais distintas forças policias do país, é que somos levados a associar a destreza das missões, o respaldo popular e o conseqüente sucesso junto a sociedade, com o êxito profissional de seu comandante, o Ilmo. Tenente Coronel PM Telhada.
Berço de ilustres militares, o Rondamento possui suas origens na prórpia dinâmica que política que instaurou a República. O então Corpo Policial Permanente foi, em 1º de dezembro de 1891, dividido em quatro Corpos, passando a denominar-se Força Pública, momento em que o Batalhão foi batizado 1º Corpo Militar de Polícia, cuja missão era manter a tranqüilidade, auxiliar a justiça e defender as Instituições Republicanas. Após diversas denominações, passou a ostentar seu nome atual em 15 de dezembro de 1975.

Apenas quatro anos depois, o jovem Paulo Adriano L. L. Telhada inicia sua graduação em ciências policiais, mais precisamente em 29 de Janeiro de 1979, ao ingressar na Academia de Polícia Militar do Barro Branco. Cinco anos depois é Declarado Aspirante à Oficial PM em 15 de Dezembro de 1983 e designado a trabalhar no Policiamento Motorizado, GATE e ROTA.

Seus honrosos préstimos a sociedade paulistana lhe rendem, em menos de cinco anos de serviço, a promoção, por bravura, em quinze de agosto de mil novecentos e oitenta e oito, ao posto de capitão PM. Porém, tamanho sucesso requer grandes sacrifícios, alguns, ossos do ofício, como os ferimentos em serviço.

A biografia aqui traçada, com evidentes raízes alicerçadas pelo fiel cumprimento do dever, do zelo pelo próximo, pela disciplina, não esconde a ternura e carinho do exemplar pai de família. Com todos os méritos que uma família merece ter, não podemos deixar de mencionar que paralelo ás atividades policiais Adriano enamora-se por sua esposa, a senhora Ivania Cano Telhada, com a qual se casa em 1985. Essa belíssima história teve como inspiração a produção cinematográfica do filme Grease, mais conhecido como “Nos tempos da brilhantina”, mais precisamente na semelhança entre a cantora e atriz australiana  Olivia Newton-John, estrela do filme, com a elegante senhora Ivania Cano Telhada. O fato é que, para muito além da semelhança física entre a atriz e a futura esposa, elucidaremos qualidades ímpares na senhora Ivania que certamente a engrandece perante a estrela do filme, qualidades estas que refletirão na destreza das tarefas do lar na educação dos filhos, Rafael Henrique Cano Telhada e, fazendo jus a linhagem, a bela Juliana Cano Telhada.

O biografado têm em seu currículo, além de uma exemplar família, outros alicerces que sustentam sua carreira e que, conseqüentemente, dão suporte ao comando da Instituição. Dentre os cursos realizados destacamos Curso de Formação de Oficiais, Curso de Paraquedismo, Curso de Segurança Física de Instalações e Dignitários, Curso de Resgate de Reféns em Aeronaves, Curso de Negociação e Resgate de Reféns, Estágio de Salvamento em Altura, Curso de Técnica de Ensino, Curso de Resgate e Pronto-socorrismo e Curso de Aperfeiçoamento de Oficiais.

MEDALHAS E CONDECORAÇÕES:

Láurea de Mérito Pessoal em 1º Grau.
Medalha Mérito Policial do Estado de São Paulo 1ª Classe
Medalha Mérito e Dedicação do Diretório Acadêmico XV de Dezembro
Medalha M.M.D.C.
Medalha Pedro de Toledo
Medalha Nove de Julho
Medalha 2º Centenário de José Bonifácio
Medalha Constitucionalista
Medalha do Centenário do Batalhão Tobias de Aguiar
Medalha Ordem e Democracia – Associação de Ex Combatentes do Brasil.
Medalha Mérito Comunitário – Sociedade Amigos da Polícia Militar – 4º BPM/M
Medalha por Ferimento em Serviço, Cruz de Sangue – 3º Categoria – Bronze
Medalha “O Expedicionário” – Associação de Ex- combatentes do Brasil;
Medalha da Vitória – FEB – Rio de Janeiro.
Diploma e Distintivo de Colaborador Emérito do Exército Brasileiro
Medalha e Diploma da Ordem do Mérito de Educação e Integração, no Grau de Comendador.
Medalha Marechal Zenóbio da Costa – Rio de Janeiro
Medalha Cinqüentenário das Forças de Paz do Brasil.
Medalha da Vitória dos Combatentes Poloneses – Curitiba
Medalha da Legião do Mérito da FEB – Rio de Janeiro
Medalha Gen. Francisco Alves do Nascimento Pinto – Centenário da CBPM
Medalha Gen. Miguel Costa – Museu da PMESP
Medalha do 1º Centenário do Regimento de Polícia Montada “9 de Julho”
Medalha do Mérito “Marechal Castelo Branco”
Medalha da Casa Militar do Gabinete do Governador.
Medalha Dom João VI.
Colar do Mérito Cívico “Alferes Tiradentes” – Grau Comendador.
Medalha do Cinqüentenário do Canil da PMESP
Medalha Comemorativa do Centenário do 2º BPM/M.
Prêmio Troféu “Marco da Paz”- 7ª Edição – Associação Comercial de São Paulo.
Medalha Marechal Castelo Branco – Associação dos Oficiais da Reserva do 28° BIB.
Medalha Pero Vaz de Caminha – Grau Comendador
Diploma de Amigo e Colaborador do CPOR/São Paulo.
Medalha da Ordem dos Nobres Cavaleiros de São Paulo – Grau -Comendador – Academia Brasileira de Arte, Cultura e História.
Medalha “Mérito Tiradentes” – Grau Comendador.
Medalha “Ordem do Mérito da ABRAMMIL” – Grau Cavaleiro – Academia Brasileira de Medalhística Militar – Rio de Janeiro.
Medalha Souza Carvalho – Agruban
Medalha Comemorativa aos 50 Anos de Brasília – Academia Brasileira de Arte, Cultura e História.
Medalha “Batalhão de Expedicionários Paulistas” – 2º BPChq – PMESP.

quinta-feira, 17 de outubro de 2013

Major Olímpio



Deputado Estadual por São Paulo, desde 2006, Sérgio Olímpio Gomes, é paulista de Presidente Venceslau. Filho de guarda penitenciário aposentado e dona de casa, Major Olímpio é casado e tem dois filhos. Aos 15 anos veio para a capital paulista e ingressou na Academia de Polícia Militar do Barro Branco, onde se formou em 1982.

Como oficial, exerceu suas funções por 29 anos. Serviu em diversas unidades da Polícia Militar, sendo a última no Batalhão do Município de Bragança Paulista. Foi Presidente da Associação Paulista dos Oficiais da Polícia Militar do Estado de São Paulo onde passou com rigor a lutar pelas injustiças e desmandos com a classe policial paulista.

É Bacharel em ciências jurídicas e sociais, jornalista, professor de educação física, técnico em defesa pessoal, instrutor de tiro e autor de livros voltados para a questão da segurança.

Foi candidato a deputado federal em 2002 e a vereador da cidade de São Paulo em 2004, sendo, em ambos os pleitos, primeiro suplente de sua legenda. Em 2006, foi eleito Deputado Estadual com 52.386 votos.

Já no primeiro ano de mandato, foi autor de vários Projetos de Lei, Projeto de Lei Complementar, Resoluções, Indicações e Requerimentos de Informação, sendo considerado um dos parlamentares mais atuantes da Assembléia Legislativa, sempre calcando sua luta contra a corrupção e desmandos e descasos dos governos às classes policial e penitenciária, de professores, do transporte público e da saúde, além de sempre se posicionar contra o flagelo da ecologia.

Carta ao publico 

Amigos ,  

Ao assumir a cadeira de Deputado Estadual proclamei o compromisso formal, estabelecido no Regimento Interno da Assembléia Legislativa. E o fiz invocando Deus, minha família e minha Polícia Militar. E é exatamente assim que pretendo exercer meu mandato.

Que Deus me ilumine e não permita que eu saia do caminho da verdade, do bem, da responsabilidade e da honra.

Que me impeça de titubear, de tergiversar, de praticar qualquer gesto ou de pronunciar qualquer palavra fora desses ditames que devem nortear minha consciência.

Que minha família me ampare e me ofereça suporte em favor do exercício do cargo que me dispus a ocupar; que saiba suportar os eventuais aborrecimentos e destemperos que eu possa carregar para o lar; que entenda essa minha abusada vontade de servir à coletividade.

E, finalmente, que a família Policial Militar acredite em minha luta em prol do seu bem estar, do seu conforto, da sua guarida. E que me ajude a poder ajudá-la, com suas idéias, com seus dissabores, com suas esperanças.

É meu sonho poder oferecer a cada Policial Militar, da ativa, reserva ou reformado, a cada viúva de PM, a cada um de nossos deficientes físicos, carência essa às mais das vezes adquirida em serviço, no afã de dar socorro ao cidadão de bem, o melhor padrão de vida possível dentro das limitações legais e emocionais.

Eu os quero felizes; e sei que vou conquistar isso, de braços com cada um de vocês.

Estendo essa convicção aos caros irmãos da Polícia Civil e da Polícia Científica bem assim Funcionários e Agentes do Sistema Penitenciário e o Pessoal responsável pelas escoltas de presos.

Jamais os decepcionarei!

                                                                               Major Olímpio Gomes

terça-feira, 17 de setembro de 2013

Roberval Conte Lopes Lima





Roberval Conte Lopes Lima é Capitão Reformado da Polícia Militar onde foi promovido duas vezes por Ato de Bravura, sendo o único caso no Brasil de Oficial promovido em duas ocasiões por bravura.
A mais famosa das operações foi em 1987 Já diplomado como Estadual, salvou uma menina de dois meses de vida das mãos de dois seqüestradores, na região de Mogi das Cruzes; o que originou o filme "O Caso Thábata, O Bebê Refém".
Ostenta a Laura de Mérito Pessoal em 1º Grau. É formado em Direito e também é Radialista e entrou para a política em 1986, como Deputado Estadual. Nome Parlamentar Conte Lopes.Permaneceu na Assembleia Legislativa de São Paulo por seis legislaturas. Foi Líder do Partido Progressista Brasileiro (PPB) por dois mandatos. Foi eleito também 2º Secretário da Assembleia Legislativa, Presidente da Comissão de Segurança Pública e Membro da Comissão de Segurança Pública em todos os mandatos. Participou de inúmeras CPIS durante os vinte e quatro anos em que exerceu o seu mandato parlamentar, participou inclusive da CPI do Crime Organizado. Hoje está no Partido Trabalhista Brasileiro (PTB).
Conte Lopes foi eleito Vice-Presidente da Assembleia Legislativa e em 2009 assume interinamente a Previdência da Assembleia, igualando-se historicamente ao único, até então, Policial Militar que ocupou o respectivo Cargo Parlamentar Cel Rafael Tobias de Aguiar.
Também no ano de 2009 é homenageado pela Polícia Militar do Estado de São Paulo, recebendo as Medalhas “Brigadeiro Tobias” e “Mérito Comunitário”.
Nas Eleições Municipais em 2012 concorre ao Cargo Eletivo de Vereador pela Cidade de São Paulo.

sábado, 17 de agosto de 2013

HOMENAGEM PÓSTUMA

ENÉAS FERREIRA CARNEIRO

Enéas Ferreira Carneiro nasceu na cidade de Rio Branco, no estado Acre, em 1938. Perdeu o pai aos nove anos de idade, sendo obrigado a trabalhar desde essa idade para sustentar a si e à sua mãe.

Em 1958 iniciou seus estudos no Rio de Janeiro, na Escola de Saúde do Exército. Em 1959 formou-se terceiro-sargento auxiliar de anestesiologia, sendo primeiro lugar de sua turma.

Em 1960 iniciou seus estudos na Escola de Medicina e Cirurgia do Rio de Janeiro.

Em fevereiro de 1962 prestou exame vestibular para a Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras da Universidade do Estado da Guanabara, curso de licenciatura em Matemática e Física. Aprovado em primeiro lugar. No mesmo ano iniciou atividade como professor destas disciplinas, preparando alunos para vestibulares.

Em 1965 formou-se médico pela já citada Escola de Medicina e Cirurgia do Rio de Janeiro, pedindo então baixa do Exército, após 8 anos de serviço ativo no Hospital Central do Exército, onde realizou mais de 5.000 anestesias, já tendo recebido a medalha Marechal Hermes.

Em 1968 diplomou-se licenciado em Matemática e Física pela Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras da Universidade do Estado da Guanabara e fundou o Curso Gradiente, pré-universitário, do qual foi diretor-presidente e onde lecionou Matemática, Física, Química, Biologia e Português.

Em 1969 fez o curso de especialização em Cardiologia na 6ª Enfermaria da Santa Casa da Misericórdia do Rio de Janeiro e, a partir daí, foi integrado como assistente naquele Serviço de Cardiologia.

De 1973 a 1975 fez o Mestrado em Cardiologia na Universidade Federal do Rio de Janeiro. Nesse período ministrou também aulas de Fisiologia e Semiologia Cardiovascular na mesma universidade. Em 1975 apresentou a primeira versão de seu famoso curso O Eletrocardiograma, no Rio de Janeiro, mais tarde ministrado em São Paulo (1983), Quito - Equador (1985) e novamente no Rio de Janeiro (1986), dessa vez como curso nacional, ocorrido no Copacabana Palace.

Em 1976 defendeu sua dissertação de Mestrado, "Alentecimento da Condução AV", e recebeu o título de Mestre em Cardiologia pela UFRJ. Ainda em 1976 escreveu o livro O Eletrocardiograma, referência no gênero. Publicado em 1977 e reeditado em 1987 como O Eletrocardiograma: 10 anos depois, essa obra é conhecida no meio médico como a "bíblia do Enéas".

A produção acadêmica de Enéas não se restringe à Medicina: ele é autor de artigos em diversas outras áreas, como Filosofia, Lógica e Robótica.

Carreira política
Enéas fundou, em 1989, o PRONA, lançando-se imediatamente candidato à Presidência nas primeiras eleições diretas do Brasil, após o período da Ditadura Militar. O seu tempo na propaganda eleitoral gratuita era de dezessete segundos. Todavia, sua aparência exótica (um homem pequeno, calvo, com enorme barba cerrada e grandes óculos), aliada a uma fala rápida e a um discurso inflamado e ultranacionalista (terminado sempre por seu bordão: "Meu nome é Enéas"), fez com que o então desconhecido político angariasse mais de 360 mil votos, colocando-o em 12º lugar entre 21 candidatos. A propaganda vinha sempre acompanhada pela Sinfonia n.º 5 de Ludwig van Beethoven.

Percebendo a penetração de sua imagem junto ao eleitorado, Enéas voltou a se candidatar em 1994, dispondo então de um minuto e 17 segundos no horário eleitoral. Mesmo sendo o PRONA um partido ainda sem expressão, o resultado surpreendeu os especialistas em política. Enéas foi o terceiro mais votado, posicionando-se à frente de políticos consagrados, como o então governador do Rio de Janeiro Leonel Brizola e o ex-governador de São Paulo Orestes Quércia, ficando atrás apenas de Fernando Henrique Cardoso e Luiz Inácio Lula da Silva. com mais de 4,6 milhões de votos (7%).

Em 1998, com um minuto e quarenta segundos disponíveis no horário eleitoral, Enéas expôs seu discurso em que defendeu questões polêmicas como a construção da bomba atômica, a ampliação do efetivo militar e a nacionalização dos recursos minerais do subsolo brasileiro. Nas eleições presidenciais daquele ano, foi o quarto colocado, com um total de 1.447.090 votos.

Em 2000 candidatou-se à prefeitura de São Paulo, obtendo 3% dos votos, e conseguiu reunir votos para a eleição de sua candidata a vereadora Havanir Nimtz. Em 2002 candidatou-se a deputado federal por São Paulo, obtendo a maior votação da história brasileira para aquele cargo: cerca de 1,5 milhão de votos, recorde que permanece imbatido. Seu partido obteve votos suficientes para, através do sistema proporcional, eleger mais cinco deputados federais (mesmo com votações inexpressivas, abaixo dos mil votos). Este episódio ficou marcado pela polêmica de que alguns destes candidatos teriam mudado de colégio eleitoral de forma ilegal apenas para serem eleitos pelo princípio da proporcionalidade, confiando nos votos conferidos ao partido através de Enéas. Enéas também participou ativamente das eleições para prefeitos e vereadores em 2004, ajudando a eleger vereadores em várias capitais, como Rio e São Paulo, e prefeitos em pequenas cidades.

Enéas Carneiro apresentava-se como um político nacionalista e radicalmente contrário ao aborto e à união civil de pessoas do mesmo sexo. Alguns críticos o associavam como um novo ícone do Movimento Integralista. Analistas enxergam Enéas como um fruto da democracia moderna, alegando que sua imagem excêntrica e seu bordão ("Meu nome é Enéas") se sobrepõem ao seu discurso hermético e intelectualizado frente às classes mais pobres da sociedade brasileira.

No início de 2006, Enéas passou por sérios problemas de saúde, uma pneumonia e uma leucemia mielóide aguda, fazendo com que ele optasse por retirar sua folclórica barba, antes que a quimioterapia o fizesse. Ainda em função de seus problemas de saúde, em junho de 2006 Enéas anunciou que desistiria de sua candidatura à Presidência da República e que concorreria novamente à Câmara de Deputados. Na nova campanha, mudou seu bordão para "Com barba ou sem barba, meu nome é Enéas". Foi reeleito com a quarta maior votação no estado de São Paulo, atingindo 386 905 votos, cerca de 1,90% dos votos válidos no estado.

Após o primeiro turno das eleições presidenciais de 2006, seu partido, o PRONA, se funde com o PL e então é fundado um novo partido, o Partido da República.

Morte
No dia 6 de maio de 2007, aos 68 anos, Enéas Carneiro faleceu em sua casa, vitimado pela leucemia mielóide aguda, após ter desistido do tratamento quimioterápico e abandonado o hospital onde era tratado, o Hospital Samaritano, por acreditar que seu tratamento não mais surtiria efeito. Seu corpo foi velado na manhã do dia 7 de maio no Memorial do Carmo (que fica no Cemitério São Francisco Xavier), e cremado, na tarde do mesmo dia, no crematório da Santa Casa de Misericórdia do Rio de Janeiro. O último pedido de Enéas foi que sua família jogasse suas cinzas na Baía de Guanabara. Sua suplente na Câmara foi Luciana Castro de Almeida (PR, candidata pelo PRONA), que conseguira apenas 3.980 votos na eleição de 2006.

quarta-feira, 17 de julho de 2013

Alto Comando do Exército reforça esquema de segurança a Joaquim Barbosa, após duas ameaças

   Exclusivo – O Alto Comando do Exército ratificou no 22/12/12 que continuará sendo o principal responsável pela segurança pessoal do presidente do Supremo Tribunal Federal. A cúpula militar ainda determinou um reforço no esquema que protege Joaquim Barbosa, depois de detectar pelo menos duas ameaças, 48 horas anteriores, ao ministro que relatou o processo do Mensalão. Além de escolta, Barbosa agora contará também com vigilância inteligente durante a noite.

  A ordem oficial de reforço veio às 14h 52 minutos de sábado. O documento reservado foi providencialmente assinado pelo General José Elito, membro do Alto Comando do EB e ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República. Além das ameaças detectadas pela inteligência militar, o reforço foi justificado por um estranho fato burocrático ocorrido na sexta-feira.


  Na hora em que Barbosa se preparava para encerrar o expediente no STF, veio uma suposta ordem do Ministério da Defesa para que o pessoal militar que fazia a segurança de Barbosa fosse substituído. A nova orientação seria que Barbosa, após o julgamento do Mensalão, voltaria a contar com a proteção de agentes do Judiciário ou da Polícia Federal. Acontece que os servidores da Agência Brasileira de Inteligência, a serviço do GSI e do EB, resolveram não cumprir a estranha ordem, já que não tinham recebido qualquer comunicado oficial sobre a troca.

   Joaquim Barbosa foi para sua residência oficial vigiado por duas diferentes equipes de escolta. Avesso à segurança pessoal, Barbosa reclamou do excesso de pessoal militar com o qual já estava habituado a conviver. Ontem, o conflito de atuação foi desfeito. O General Elito, pessoalmente, reafirmou que só o Alto Comando do Exército ficará responsável por ordens acerca do esquema especial de segurança a Joaquim Barbosa. O serviço continua a ser executado por agentes de inteligência e oficiais do EB.
General José Elito

  O esquema funciona no Rio de Janeiro, neste final e começo de semana, onde Barbosa passa o Natal e responde pelo plantão de recesso do Supremo Tribunal Federal. No Ministério da Defesa, estranhamente, ninguém assume de onde veio a ordem para alterar a segurança de Barbosa. Nas entrelinhas, no meio militar, interpreta-se que foi dado mais um sutil recado do Alto Comando do Exército ao governo e, por extensão, ao Partido dos Trabalhadores – cujos dirigentes, publicamente, vêm hostilizando Barbosa e fazendo críticas ácidas ao Poder Judiciário.

  Ao que se sabe até agora, a Presidente Dilma Rousseff apenas tomou conhecimento da pequena confusão, mas não teria interferido no conflito entre a EB-Defesa-GSI, mesmo sendo a comandante-em-chefe das Forças Armadas. Não chegou a se configurar uma “crise militar”. Mas a cúpula do EB reafirmou sua independência para tomar decisões que considere de interesse estratégico para a segurança nacional ou para o pleno funcionamento das instituições democráticas. Se os petistas souberem ler, este pingo de decisão dos Generais é uma letra maiúscula de que não se aceitará um desrespeito às regras institucionais e constitucionais. 

  O recado do EB foi direto: a petralhada deve parar de falar e fazer besteiras contra o frágil regime democrático no Brasil.

segunda-feira, 17 de junho de 2013

Paulo Skaf (PMDB)

Paulo Skaf 


Paulo Antônio Skaf nasceu no dia 07 de agosto de 1955 em São Paulo/SP. É um renomado empresário do setor têxtil, tendo ocupado cargos importantes como o de presidente da Associação Brasileira da Indústria Têxtil (ABIT) e da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo(FIESP).
A carreira política de Paulo Skaf remonta à década de 1970, quando, ainda jovem, Skaf decidiu ingressar no Centro Preparatório de Oficiais de Reserva de São Paulo (CPOR/SP).  Assim, além dos negócios, ele se destacou pela sua liderança como dirigente de entidades do setor, como o Sindicato das Indústrias de Fiação e Tecelagem do Estado de São Paulo (Sinditêxtil) e a Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (ABIT).
Em 27 de setembro de 2004, assumiu a Presidência da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (FIESP). Também presidiu o Ciesp, o Sesi-SP, o Senai-SP e o Instituto Roberto Simonsen (IRS), além de ser o primeiro vice-presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI). Também é membro do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social (CDES) da Presidência da República.
Na FIESP, sua gestão foi marcada por várias conquistas que buscam o crescimento sustentado do Brasil. O foco sempre foi lutar e obter as reformas estruturais, capazes de oferecer à sociedade serviços públicos com qualidade, em especial nas áreas da educação, saúde e segurança. Assim, à frente da instituição, Skaf inovou com medidas como a implantação da educação em tempo integral e a articulação do ensino médio com o técnico. Atualmente, o Sesi é a maior rede de ensino privado do País. Em 2009, foi contabilizado 1,2 milhão de matrículas no Senai-SP e 120 mil no ensino regular do Sesi-SP. Afora isso, Skaf também atuou no sentido de desonerar impostos, desburocratizar processos, aumentar investimentos na infraestrutura, ampliar mercados externos (criou a “Diplomacia Empresarial”). Outro ponto marcante da trajetória de Paulo Skaf foi o combate à CPMF. Instituída como taxação provisória a partir de 1997, o imposto foi abolido somente em 2007, após disputa acirrada no Senado. Em São Paulo, Skaf dedicou-se de maneira total para acabar com o imposto, tanto nas entrevistas aos meios de comunicação quanto em debates sobre o tema, em organismos especializados do setor empresarial. Foi também durante sua gestão que a Fiesp liderou a campanha para aprovação de duas conquistas de peso: a criação da Lei Geral da Micro e Pequena Empresa (2006) e a desoneração de impostos sobre produtos derivados da farinha de trigo, o que acarretou a diminuição do preço de itens como pão e macarrão (2005).
Em 2009, uma das ações mais bem sucedidas foi ter pressionado os bancos públicos a reduzirem, em até 30%, os spreads, facilitando o crédito e, assim, gerando emprego e produção. Outro destaque foi a liderança da Fiesp na defesa do recebimento, pelos exportadores, dos créditos referentes ao ressarcimento legal do IPI previsto nas vendas ao Exterior. Ainda em 2009, Paulo Skaf filiou-se ao Partido Socialista Brasileiro(PSB) e em 31 de maio de 2010, afastou-se da presidência da Fiesp para se candidatar ao governo do Estado de São Paulo.
Atualmente no PMDB

sexta-feira, 17 de maio de 2013

Magno Malta


Magno Malta
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PROFISSÃO: Músico;
FORMAÇÃO ACADÊMICA: Teologia 
NASCIMENTO: 16/10/1957, Macarani – BA 
FILIAÇÃO: Ameliano Malta e Edalia Pereira de Souza 
CÔNJUGE: Kátia Santos Gomes Malta 
DATA DE ANIVERSÁRIO: 06/10 
FILHAS: Magna Karla, Magda e Jaysline
FORMAÇÃO EDUCACIONAL: 
Formado em Teologia, Seminário Teológico Batista do Norte do Brasil, Recife – PE (1977/1981)
 
MANDATOS ELETIVOS: 
Vereador 1º/01/1993 a 31/12/1994 Cachoeiro do Itapemirim-ES 
- Comissões:
 
Comissão de Fiscalização e Controle Orçamentário (Relator)
 
Comissão de Direitos Humanos (Presidente)
 
1º Secretário da Mesa Diretora
 
Deputado Estadual 1º/02/1995 a 31/12/1998 ES 
- Comissões:
 
Comissão Permanente de Constituição e Justiça. Público e Redação (1995/1996); Comissão Permanente de Defesa da Cidadania e dos Direitos Humanos (1995/1996); Comissão Permanente de Defesa do Consumidor, de Proteção ao Meio Ambiente, de Agricultura, de Abastecimento e de Reforma Agrária (1997/1998);
 
Comissão Permanente de Defesa da Cidadania e dos Direitos Humanos (1997/1998); Comissão Permanente de Finanças, Economia, Orçamento, Fiscalização, Controle e Tribunal de Contas (1997)
 
Deputado Federal 1º/02/1999 a 31/01/2003 ES 
Comissões:
 
Comissão de Seguridade Social e Família; ALCA – Área Livre Comércio das Américas; CPI Obras Inacabadas; CPI Sobre a Tortura e Maus Tratos; Comissão Representativa do Congresso Nacional; Comissão Mista Levantar as Causas e Efeitos da Violência; Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática; Comissão de Finanças e Tributação; Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional; Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado 06/03/02; PEC 020/95 – Estabelece o Parlamentarismo 16/06/99; PEC 534/02 – Guardas Municipais 07/08/02; Trabalho, Administração e Serviço Público 21/10/99 a 25/10/99; Salário-Mínino – Fixação 16/02/00 a 28/03/00; CPI – Narcotráfico 13/04/99 a 05/12/00; Vice-Líder, Bloco PL/PSL, 2001; Representante da CPI Avanço e Impunidade do Narcotráfico para realização de diligências de interesse das investigações da Comissão, MT, 1999.
Senador 1º/02/2003 ES 
- Eleito no pleito de outubro de 2002 pelo PL, atual PR, com 867.434 votos (29,45% dos votos válidos), para o período de 2003 a 2011.
 
- Concorrentes na eleição: Gerson Camata (eleito); João Coser; Ricardo Ferraço; Ricardo Conde; Odmar Nascimento; Elias Coelho e Luiz Carlos Fernandes Rangel.

MISSÕES NO EXTERIOR: 
Representante da Câmara dos Deputados: na audiência com o Presidente Luís Angel Gonzáles, a convite do Governo da República do Paraguai (2000); Conferência Política de Alto Nível para assinatura da Convenção da ONU contra a Delinqüência e o Crime Organizado Transnacional o seus Protocolos, Palermo, Itália (2000); Itália (2003) conhecer modelo da Operação Mãos Limpas da Itália para combater o crime organizado.

HOMENAGENS RECEBIDAS: 
Cidadão Vila-Velhense, Câmara Municipal, Vila Velha-ES; Cidadão Panquense, Câmara Municipal, Pancas-ES; Cidadão de Guarapari-ES; Cidadão de Cachoeiro de Itapemirim-ES; Cidadão de Serra-ES; Cidadão de Vitória-ES; Cidadão de Espírito Santo-ES; Sócio-Benemérito ABIROCHAS – Associação Brasileira de Rochas Ornamentais e Sindicato da Indústria de Rochas Ornamentais, Cal e Calcários do Espírito Santo; Medalha Idália Pereira Malta (D. Dada) – Câmara de Vila Velha-ES; Comenda Braga Newton – Câmara de Cachoeiro do Itapemirim-ES.
TRABALHOS PUBLICADOS: 
- “E agora doutor?” Editora Agência Soma (07/2002);
 

- “Deus tem um trato comigo”. Editora Agência Soma (07/2002).

quarta-feira, 17 de abril de 2013

JAIR BOLSONARO - PP/RJ



                                        

JAIR BOLSONARO - PP/RJ

Jair Messias Bolsonaro
Nascimento:
 21/3/1955
Naturalidade:
 Campinas, SP
Profissões:
 Militar e Professor de Educação Física
Filiação:
 Percy Geraldo Bolsonaro e Olinda Bonturi Bolsonaro
Gabinete:
 482, Anexo 3, Telefone: 3215-5482, Fax: 3215-2482
Escolaridade:
 Superior
Mandatos (na Câmara dos Deputados):
Deputado Federal (Congresso Revisor), 1991-1995, RJ, PDC. Dt. Posse: 01/02/1991; Deputado Federal, 1995-1999, RJ, PPR. Dt. Posse: 01/02/1995; Deputado Federal, 1999-2003, RJ, PPB. Dt. Posse: 01/02/1999; Deputado Federal, 2003-2007, RJ, PPB. Dt. Posse: 01/02/2003; Deputado Federal, 2007-2011, RJ, PP. Dt. Posse: 01/02/2007; Deputado Federal, 2011-2015, RJ, PP. Dt. Posse: 01/02/2011.
Filiações Partidárias:
PDC, 1989-1993; PP, 1993; PPR, 1993-1995; PPB, 1995-2003; PTB, 2003-2005; PFL, 2005; PP, 2005-.
Atividades Partidárias:
Líder do PDC, 1989; Vice-Líder do PDC, 1991.
Atividades Parlamentares:
CÂMARA DOS DEPUTADOS - 54ª Legislatura 
COMISSÃO PERMANENTE: Comissão de Direitos Humanos e Minorias - CDHM: Suplente, 1/3/2011 - 31/1/2012; Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional - CREDN: Titular, 1/3/2011 - 31/1/2012; Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado - CSPCCO: Titular, 1/3/2011 - 31/1/2012; Suplente, 7/3/2012 - ; Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional - CREDN: Titular, 7/3/2012 - .
 
COMISSÃO ESPECIAL: PL 7223/06 - REGIME PENITENCIÁRIO SEGURANÇA MAXIMA: Suplente; PEC 162/07 - TORNA O SERVIÇO MILITAR FACULTATIVO: Titular; PEC 339/09 - ADICIONAL NOTURNO SEGURANÇA PÚBLICA: Titular; PEC 055/11 - CARREIRA DO POLICIAMENTO DE TRÂNSITO: Suplente; PL 2230/11 - ESTATUTO PENITENCIÁRIO NACIONAL: Suplente; SEGURANÇA PÚBLICA: Titular, 28/6/2011 - .
 

CÂMARA DOS DEPUTADOS - Legislaturas anteriores à 54ª
 
COMISSÕES PERMANENTES: Constituição e Justiça e de Cidadania: Titular, 3/2006-1/2007 e Suplente, -3/2005, 3/2005-5/2005, 4/3/2009-1/2/2010, 3/3/2010-; Constituição e Justiça e de Redação: Suplente; Defesa do Consumidor, Meio Ambiente e Minorias: Suplente; Defesa Nacional: 3º Vice-Presidente; Titular e Suplente; Direitos Humanos: Titular e Suplente; Direitos Humanos e Minorias: Suplente, 3/3/2010-; Relações Exteriores e de Defesa Nacional: Titular, -3/2005, 14/2/2007-6/2/2008, 4/3/2008-2/2/2009, 4/3/2009-1/2/2010, 3/3/2010-, e Suplente, 5/2005-3/2006, 3/2006-1/2007; Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado: Titular, 3/2005-3/2006, 5/3/2008-2/2/2009 e Suplente, 4/2006-1/2007; Seguridade Social e Família: Suplente; Trabalho, Administração e Serviço Público: Titular e Suplente; Viação e Transportes: Suplente.
 
COMISSÕES ESPECIAIS: Combate à Violência: Suplente; PEC nº 33/99, Juízes Classistas: 3º Vice-Presidente e Titular; PEC nº 33-H/95, Altera Sistema de Previdência Social, Substitutivo do Senado Federal: Suplente; PEC nº 40/03, Reforma da Previdência: Titular; PEC nº 46/91, Modificação da Estrutura Policial: Titular; PEC nº 58/03, Alienação de Terras: Titular, 4/2006-; PEC nº 133/92, Demarcação das Terras Indígenas: 1º Vice-Presidente, e Titular; PEC nº 136/99, Inativos: Suplente; PEC nº 151/95, Segurança Pública: Suplente; PEC nº 173/95, Modifica o Capítulo da Administração Pública: Titular; PEC nº 188/94, Anistia dos Militares: Titular; PEC nº 215/03, Acumulação de Cargos para Militares: Titular, 4/2005-6/2005; PEC nº 272/00, Registro nos Consulados: Suplente, 25/4/2007-; PEC nº 289/00, Incorporação dos Policiais Militares de RO: Titular; PEC nº 300/08, Remuneração dos Policiais Militares: Suplente, 6/8/2009-; PEC nº 338/96, Regime Constitucional dos Militares: Titular; PEC nº 498/97 e 626/98, Ministro de Estado da Defesa: 3º Vice-Presidente, e Titular; PEC nº 534/02, Guardas Municipais: Titular; PEC nº 549/06, Carreiras Policiais: Titular, 15/8/2007-; PEC nº 550/97, Zona Franca de Manaus: Suplente; PEC nº 603/98, Terrenos da Marinha: Suplente, 3/2006-; PL nº 846/95, Transporte Aquaviário - Cabotagem: Titular; Reforma do Judiciário: Suplente-; Reforma da Previdência: Suplente, -5/2005 e Titular, 5/2005-; Segurança Pública: Titular.
 
COMISSÕES EXTERNAS: Guerrilha do Araguaia: Titular; Processo de Desestatização da Companhia Vale do Rio Doce: Titular; Projeto Calha Norte: Titular; Reserva Indígena Raposa Serra do Sol: Titular; Usina Nuclear Angra II: 3º Vice-Presidente e Tilular; Reforma da Previdência: Suplente-; Controle de Tráfego Aéreo: Suplente, 13/12/2006-; CEXEMEND, Ato Público no Rio - Redistribuição dos Royalties: Titular, 16/3/2010-.
 
CPIs: Concessões de Benefícios Previdenciários: Titular; Extermínio de Crianças e Adolescentes: Suplente; INAMPS: Titular; SIVAM: Suplente; Fraude de INSS: Suplente.
 

CONGRESSO NACIONAL
 
COMISSÕES MISTAS: Planos, Orçamentos Públicos e Fiscalização: Suplente; Especial Projeto Calha Norte, Política de Ocupação Racional da Região Amazônica: Titular; CPMI sobre Esterilização das Mulheres no Brasil: Suplente.
 

CÂMARA MUNICIPAL DO RIO DE JANEIRO
 
CM-Rio de Janeiro, RJ: Mesa: Segundo-Secretário.
Mandatos Externos:
Vereador, Rio de Janeiro/RJ, Partido: PDC, Período: 1989 a 1991, Constituinte
Atividades Profissionais e Cargos Públicos:
Capitão, Exército Brasileiro, Nioque, MS, 1979-1981.
Condecorações:
Medalhas: 10 Anos de Serviço Militar.
Estudos e Cursos Diversos:
Formação de Oficiais, AMAN, Resende, RJ, 1977; Pára-Quedismo Militar, Brigada Pára-Quedista, Rio de Janeiro, RJ, 1977; Educação Física, Escola de Educação Física do Exército, Rio de Janeiro, RJ; Mestre em Saltos, Brigada Pára-Quedista, Rio de Janeiro, RJ, 1983; Mergulho Autônomo, Corpo de Bombeiros, Rio de Janeiro, RJ, 1985; Aperfeiçoamento de Oficiais, ESAO, Rio de Janeiro, 1987.

domingo, 17 de março de 2013

JAIR BOLSONARO detona a comissão da verdade


Artigo de bolsonaro na folha

Comissão da inverdade.

     É notório que a esquerda quer passar para a história como a grande vítima que lutou pelo Estado democrático atual, invertendo o papel de militares :
     Os militares só conseguem manter a hierarquia e a disciplina porque a verdade está para eles como a fé está para os cristãos. A mentira e a traição fazem parte da vida política brasileira, em que os vitoriosos se intitulam espertos, pois, afinal, dessa forma estarão sempre no poder. A esquerda no Brasil chegou ao poder pelo voto, graças aos militares que impediram em 1964 a implantação de uma ditadura do proletariado. Os perdedores, nos anos subsequentes, financiados pelo ditador Fidel Castro, partiram para a luta armada, aterrorizando a todos com suas ações, que ainda fazem inveja ao crime dito organizado dos dias atuais.

   Foram 20 anos de ordem e de progresso. Os guerrilheiros do Araguaia foram vencidos, evitando-se que hoje, a exemplo da Colômbia, tivéssemos organizações como as Farc (Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia) atuando no coração do Brasil. O nosso povo vivenciou sequestros de autoridades estrangeiras e de avião, dezenas de justiçamentos, tortura, execuções como a do adido inglês e a do tenente da Força Pública de São Paulo no Vale do Ribeira, bombas no aeroporto de Recife e carro-bomba no QG do 1º Exército, respectivamente com mortes de um almirante e de um recruta, latrocínios, roubos etc. O regime, dito de força, negociou e foi além das expectativas dos derrotados ao propor anistia até mesmo para crimes de terrorismo praticados pela esquerda. Agora, no poder, eles querem escrever a história sob sua ótica, de olhos vendados para a verdade.

   Projeto do Executivo, ora em tramitação na Câmara, cria a dita Comissão da Verdade, composta por sete membros, todos a serem indicados pela presidente da República, logo ela, uma das atrizes principais dos grupos armados daquele período, que inclusive foi saudada pelo então demissionário ministro José Dirceu como “companheira em armas”. Ninguém pode acreditar na imparcialidade dessa comissão, que não admite a participação de integrantes dos Clubes Naval, Militar e da Aeronáutica. Essa é a democracia dos “companheiros”. Ainda pelo projeto, apurar-se-iam apenas crimes de tortura, mortes, desaparecimentos forçados e ocultação de cadáveres, não tratando de sequestros, atentados a bomba, latrocínios, recebimento de moeda estrangeira de Cuba, sequestro de avião e justiçamentos.

    É notório que a esquerda quer passar para a história como a grande vítima que lutou pelo Estado democrático atual, invertendo completamente o papel dos militares, que, em 1964, por exigência da imprensa, da Igreja Católica, de empresários, de agricultores e de mulheres nas ruas intervieram para que nosso país não se transformasse, à época, em mais um satélite da União Soviética. Os militares sempre estiveram prontos para quaisquer chamamentos da nação, quando ameaçada, e, se a verdade real é o que eles querem, as Forças Armadas não se furtarão, mais uma vez, a apoiar a democracia. Se hoje nos acusam de graves violações de direitos humanos no passado, por que não começarmos a apurar os fatos que levaram ao sequestro, à tortura e à execução do então prefeito Celso Daniel em Santo André? Ou será que, pela causa, tudo continua sendo válido, até mesmo não extraditar o assassino italiano Cesare Battisti por temer o que ele possa revelar sobre seu passado com terroristas brasileiros hoje no poder?

Publicado na Folha de São Paulo por JAIR BOLSONARO capitão da reserva do Exército, deputado federal pelo PP do Rio de Janeiro.

domingo, 17 de fevereiro de 2013

REALIDADE NÃO OCULTA!!!


              Saudações a todos os que estão reservando uns minutos do seu tempo para lerem esta publicação, gostaria de vir aqui escrever sobre êxitos de nossa nação e de como a nossa ordem trouxe nosso progresso, infelizmente... não serei falso, só o que posso falar sobre política é o seu aspecto podre como um cadáver em decomposição que leva seu odor insuportável aos nossos pulmões, este corpo que esta cheio de carniceiros dos mais imundos se deliciando dos restos.... nossos restos.
                                              
                     Estão levando nossa cultura e tradições, que foram deixadas por nossos pais e avós, como se a honra deles não valesse nada. Tratando idosos como lixos, aposentando-os com uma miséria de salário mínimo aos 75 anos de idade, enquanto eles, aposentam com 8 anos de “tempo de serviço”, com salários estratosféricos, em seus cargos, desfrutando de nosso suor.
                                              
                     Recebemos nosso salário pela metade pois somos roubados, não por nossos patrões e sim pelos mesmos tumores que se intitulam Estado, com um encargo trabalhista de 105% que dividem entre eles e a escória dos sindicatos, uma tênia nesse corpo já saturado, um bando de criminosos que só prejudicam o trabalhador, andam em seus carros que custam o mesmo que 20 anos de um salário mínimo, ficam em suas mansões cercadas por seguranças e o operário, iludido por sua falta de conhecimento, acredita neles. O mesmo trabalhador que acredita no comunismo, sem perceber que se essa política prevalecesse todos seriamos miseráveis para sempre, e sem perspectiva de nada, apenas comer, trabalhar e dormir como formigas.                          
                                             
                E como se já não bastasse, agora querem roubar o futuro de nossas crianças, os transformando em zumbis cultivados pela programação da TV, que pregam a destruição da família e libertinagem, pregando que tudo que sempre foi certo, esta errado e o que sempre foi errado esta certo. A mídia e o atual governo estão unidos com um abraço demoníaco para conseguir isso, destruindo famílias e religião, com atos de clara pedofilia nas escolas infantis com esse kit gay, falando de sexualidade para crianças da média de 8 anos de idade, um ato nojento de pura covardia.         
                                            
                Bom gente, não vamos tirar o nosso da reta, pois a culpa de tudo isso é nossa que deixamos tudo isso acontecer, ignorando o conhecimento dos mais velhos dentro de nossas próprias casas, os internando em asilos falidos e sujos, não conversando com nossos colegas de trabalho sobre política, falamos sobre novela, BBB  ou futebol, onde foi parar nossa educação? E nossos filhos.... deixamos de ensiná-los, estacionando-os na frente da TV ou internet, não sabemos com quem andam ou sequer o que pensam, não perdemos o controle, apenas nunca o tivemos.